sábado, 12 de setembro de 2015

OEIRAS SOBRE O TEJO ( VERÃO / 2015) (LISBOA / PORTUGAL)







Forte Santo Amaro de Oeiras. Projectado sobre a Foz do Rio Tejo, este pequeno forte dá-se conta da entrada e saída de pequenas embarcações e de grandes navios que vêm visitar a bonita cidade à beira rio plantada que é Lisboa.

O paredão em Oeiras, ladeando a foz do rio Tejo, tem um pavimento adequado a quem se desloca a pé, de bicicleta ou de patins, e convida em tarde soalheira a um passeio agradável de onde vemos passar os grandes navios de cruzeiro.  


 
 
Chegou o fim de tarde, é a altura de os ver partir... Alguns são verdadeiras cidades ambulantes em que sonhos de uma vida se concretizam numa vida de bordo preenchida de momentos de descanso, recreio e lazer bem como no reconhecimento e visita a portos e cidades desta costa da Europa e não só. Aportaram em Lisboa. Agora, o destino é outro, neste ou noutro continente outras paragens os esperam.
 
 
 
(Passando frente ao Bugio) (Agosto / 2015)
 
 
Também o Farol do Bugio é testemunha deste vai e vem de embarcações que fazem sonhar quem para elas vai olhando imaginando-se de partida para esse mundo fora a bordo de grande paquete que deixa para trás uma Lisboa acolhedora com a sua bonita ponte suspensa sobre este rio Tejo. Rio que inspirou tantas gerações.
 
 
 
(Ponte 25 de Abril, Monumento dos Descobrimentos, Torre de Belém e Cristo Rei, ao fundo)
(Agosto/2015)
 
 
 
 
(Marina de Oeiras) (Agosto / 2015) 

Na Marina de Oeiras, os barcos são mais pequenos mas serão igualmente grandes no prazer que dão nos passeios que proporcionam paralelos a esta nossa Marginal cada vez mais cuidada.


 


UMA PRAIA ALGARVIA - ALTURA EM AGOSTO - (PORTUGAL)

 
 
 
 
 
O centro da vila. onde esplanadas e lojas proliferam nesta altura do ano - Agosto de 2015
 
 
Vários acessos fazem a ligação à praia, evitando a destruição da duna.
 

Um dos acessos que faz a ligação da praia ao hotel que se destaca na paisagem. 
 


É a hora do almoço. A maré está vaza. Os ocupantes dos toldos votarão à tarde.
 


Maré vaza.



Várias estruturas de apoio à praia...

 
 
 Final de tarde com a mará cheia. Ao fundo Monte Gordo.
 
 
 
 
 
 
 

domingo, 2 de agosto de 2015

"MENINA GAZELA" - "PÁGINAS SOLTAS" - Poema de "ZÉ NINGUÉM"






Técnica mista  (Malay - Novº 2008)



Que lindo ver correr em liberdade,
na ânsia de chegar sempre primeiro,
de pular até um monte cimeiro,
ver do sol a primeira claridade!

Deve ser também isso a felicidade,
lá de cima abarcar o mundo inteiro,
ver rosas amarelas, num canteiro
a teus pés, perfumado de saudade!

Tão frágil, tão nervosa, tu já viste?
... saltitando, correndo com cautela,
numa alegria que também existe,

talvez não só em ti, mas também nela,
lembrando a Natureza que persiste
a tua graça, igual à da gazela.




(Poema de "Zé Ninguém" - Pai, Avô e Homem dedicado)






"SONHANDO DE MANSINHO" - "PÁGINAS SOLTAS" - Poema de "ZÉ NINGUÉM"





Técnica mista  (Malay - Novº 2008)




Tal como um passarinho mal ferido,
um dia te vi triste e assustada.
Parecendo muito embora que nada,
o coração te tivesse atingido!

Um passarinho tão lindo caído,
Antes de ter rompido a madrugada!
O peito em batida apressada,
sem um ai, um lamento ou um gemido!

Segurei-o e lhe dei todo o calor,
do meu coração cheio de carinho,
até lhe adormecer toda a sua dor.

Adormeceu e dorme no meu ninho,
feito de muitas mágoas de amor,
enquanto vou sonhando de mansinho!




(Poema de Zé Ninguém)







sábado, 1 de agosto de 2015

"O NOSSO PAI NOSSO..." - "PÁGINAS SOLTAS" - Poema de "ZÉ NINGUÉM"






 Técnica mista  (Malay - Novº 2008)



SENHOR, há tantas vidas que te peço
coisas que já nem posso recordar.
Tanto recebi, sem nada Te dar.
Sempre mais muito mais do que mereço!


Mas há coisas SENHOR, que não esqueço:
__ De quando eu já perdido a naufragar,
mandavas sempre alguém p'ra me salvar!
__ Só agora, SENHOR, eu te agradeço!...

Já não peço qualquer banalidade.
Peço coisas que tenham outro valor,
para que eu parta um dia sem saudade,

Que me ensines, que aprenda eu, SENHOR,
a encher de carinho e felicidade,
os corações sem amor!...




(Poema de "Zé Ninguém" )





sexta-feira, 31 de julho de 2015

"CHORAR?" - "PÁGINAS SOLTAS" - Poema de "ZÉ NINGUÉM"




   
Técnica mista  (Malay - Novº 2008)


 "Fui eu nas folhas de um livro encontrar,
uma rosa espalmada, ressequida!"
Recordações de um dia de uma vida,
que alguém não conseguisse desfolhar!

Como se ela quisesse ali guardar,
nas pétalas de dor esvanecida,
o sangue derramado de uma ferida,
de amores que ninguém quis aceitar!

Não me digam que é feio alguém chorar,
quando já muito pesam os sofrimentos.
É preciso a coragem de entornar,

Sozinho, no silêncio e sem lamentos,
as lágrimas da taça a transbordar,
onde vão os meus próprios sentimentos..."

(Poema de Zé Ninguém)



 





"ALELUIA!... ALEUIA!..." (Poema de uma avó)

 
 
 
 
Técnica mista  (Malay - Novº 2008)
 
 
 
(Poema de uma Avó, Mãe e Mulher - C.R.)
 
 
 
 
  
 
Aleluia!Aleluia!
Ao Senhor do Universo,
lhe rendo a minha homenagem
e lhe escrevo tudo em verso.
 
Ele é o nosso Pai Celeste,
e todos somos irmãos,
portanto, oh meus amigos,
vamos todos dar as mãos.
 
Que haja sinceridade,
muito amor, muito carinho,
e Deus nos ajudará
a encontrar o caminho.
 
O caminho da verdade,
o caminho do amor,
caminho de felicidade,
para alcançar o Senhor.
 
A caminhada é penosa,
e há que ter muita fé,
Deus do alto ajudará
a irmos p'lo nosso pé.
 
Só assim terá valor,
para a nossa evolução,
e Deus nos dará amor,
e também o seu perdão.
 
Dai-lhe pois, graças sem fim
Que Jesus é nossa Luz.
Ele é o nosso Jardim,
e por nós morreu na cruz. 
 
No Jardim do Paraíso,
onde há só cor e beleza,
onde o mal não pode entrar
e onde não entra a tristeza.
 
É para lá que eu quero ir,
Deus me estenda a sua mão,
lhe dou todo o meu amor
e a minha gratidão.
 
E eu cantarei ao Senhor!
Eu lhe dou graças sem fim,
eu lhe peço muito amor,
que goste muito de mim.
 
E que Deus faça justiça
Nos livre desta agonia
E o Senhor seja louvado
Pai Nosso e Avé Maria!
 

quinta-feira, 30 de julho de 2015

"O SOL E O VENTO" - "PÁGINAS SOLTAS" - Poema de "ZÉ NINGUÉM"





Pintura a óleo sobre tela  (Malay - Novº 2008)



Quando um velho, com frio, caminhava,
Logo que o viu, o vento desafia
o sol, p'ra qual manta tiraria!
__ Logo um rígido vento lhe soprava...
Ou o vento ou o sol lhe retirava,
A manta com que o velho se encobria.
E logo já tombava e já caía,
E à manta com mais força se agarrava!
Dum vento furioso se tratava,
Uma coisa a fazer medo e terror!...
__ A seguir, foi a vez do sol que andava,
Rutilando p´lo mundo o seu calor!
__ Dali a pouco, o velho retirava
A sua manta, num gesto de amor.

(Poema de Zé Ninguém)




Técnica mista  (Malay - Novº 2008)






"REVIVENDO" - "PÁGINAS SOLTAS" - Poema de "ZÉ NINGUÉM"





 
Técnica mista  (Malay - Novº 2008)



"Há cores vivas no som de um clarim!...
__ A Primavera volta: _ e esquecida
a minha alma então fica embevecida
a meditar se a vida é sempre assim?

... E volta sempre linda no setim
desalinhado em que ela vem vestida!
Traz o encanto viril da própria vida,
traz o perfume e as cores de um jardim.

Não volta mais a nossa mocidade!
... Eu venho então, amor, deixar-te aqui
o lenitivo duma saüdade,
A saüdade de como eu te vi
no dia em que tive esta felicidade
de conseguir gostar tanto de ti."



(O legado que fica para os seus vindouros) - (26-III-947)
(Poema de Zé Ninguém) 



FLOR DA AMIZADE e CELINE DION




 

_ "Se não podes vir, eu vou aí. É só dizeres..."; "Se queres ouvir Celine Dion é procurar na NET. Outro tipo de música não. Hoje, não..."
 
E assim fiz acompanhada dos meus fantasmas, talvez, mas com uma tranquilidade profunda.

Se calhar não há anjos com asas, mas há amigos que sem vacilar e sem asas num instante se disponibilizam para nos poder acompanhar.
 

 
 

"A MENINA DO MAR" - com o poema de Sophia de Mello B.Andresen

 
 
 
 
O poema me levará no tempo
Quando eu já não for eu
E passarei sozinha
Entre as mãos de quem lê

O poema alguém o dirá
Às searas

Sua passagem se confundirá
Com o rumor do mar com o passar do vento

No ar claro nas tardes transparentes
Suas sílabas redondas

(Ó antigas ó longas
Eternas tardes lisas)

Mesmo que eu morra o poema encontrará
Uma praia onde quebrar as suas ondas

E entre quatro paredes densas
De funda e devorada solidão
Alguém seu próprio ser confundirá
Com o poema no tempo



 
 

(Poema de Sophia de Mello Andresen retirado do "Blog" - "Menina do Mar")



 
 
 
 
Não estes cristais não são de sal de um mar azul. Não são da tinta que lavou os meus pincéis com terebentina. São os cristais do meu filho que qualquer químico poderá identificar. A diferença está no tempo e no carinho com que foram conservados qual experiência milagrosa que pode curar os males do Mundo. Tarefa demasiado pesada para uma criança, uma só mulher ou homem, mas para a qual podemos todos contribuir um pouco. A chuva não é azul, o mar não é azul, o céu não é azul... Mas os nossos sonhos podem ser da cor que nós quisermos. Sonhemos HOJE para ajudar o AMANHÃ.
 
 
 
Quando o sonhos se tornam realidade a vida toma sentido...


 
 (*****)
 
 


CONTOS INFANTIS - "O CACHO DE UVAS E UM BRINDE À VIDA"






O CACHO DE UVAS










ATÉ SEMPRE...