quarta-feira, 21 de março de 2018

PENICHE - CIDADE MAIS OCIDENTAL DA EUROPA CONTINENTAL







Peniche, a cidade mais ocidental da Europa Continental, está implantada numa península (primitivamente uma ilha), com cerca de dez quilómetros de perímetro, criada por um tômbolo (do latim túmulos - túmulo). O tômbolo da península de Peniche formou-se lentamente durante o século XVII. Essa língua de areia, na costa oriental da ilha, é um acidente geográfico que faz com que a ilha esteja unida ao continente por uma estreita faixa (barra) resultante da acumulação de sedimentos (areia ou terra).







Peniche tem praias extensas a norte e a sul da península. A praia norte prolonga-se, ultrapassando o Baleal, a uns três quilómetros, numa extensão de cerca de nove quilómetros até à Foz do Arelho.







Peniche e o seu concelho são palco de importantes acontecimentos históricos de índole nacional e internacional. Perante frequentes assaltos de piratas e ocupações de potências estrangeiras, foi terra defendida por uma construção fortificada, a Praça-forte de Peniche, mandada edificar pelo rei D. João III em 1557 e concluída em 1645 por D. João IV. Tendo sido praça militar em 1897 e bastião estratégico na defesa da península no século XIX, abrigou refugiados da Guerra dos Bôeres nos primeiros anos do século XX e prisioneiros alemães e austríacos durante a Primeira Guerra Mundial. Tornar-se-ia célebre como prisão política durante o regime autoritário de António de Oliveira Salazar, entre 1934 e 1974, ano da Revolução dos Cravos. Recolheu ainda famílias de retornados das ex-colónias portuguesas de África. Quando estes se integraram na sociedade metropolitana, o forte tornou-se museu local, o Museu Municipal de Peniche.


O arquipélago granítico das Berlengas foi considerado a primeira área protegida do país quando, em 1465, o rei Afonso V de Portugal proibiu a prática de caça na ilha principal das Berlengas (Berlenga Grande). A Reserva Natural das Berlengas é considerada Reserva Mundial da Biosfera da Unesco.


O mar das Berlengas alberga uma fauna marinha riquíssima, ímpar na costa portuguesa. É considerado um dos melhores locais da costa portuguesa para a prática de atividades subaquáticas.

(Imagens, informação e vídeos retirados da NET)




terça-feira, 20 de março de 2018

VILA DE ÓBIDOS - UMA VIAGEM VIRTUAL




A vila de Óbidos é uma das mais bem preservadas vilas medievais de Portugal.



Pelo seu encanto merece bem uma visita ainda que seja virtual.

Nestas duas visitas virtuais a Óbidos podemos ter uma ideia do encanto que é esta vila tão característica da região centro de Portugal (distrito de Leiria).







(Imagens e vídeos retirados da NET)




segunda-feira, 19 de março de 2018

A VILA DE ÓBIDOS / PORTUGAL






Óbidos, uma das mais charmosas e preservadas das cidades medievais de Portugal.





A vila de Óbidos guarda séculos de história entre as suas muralhas. Com um vasto património de arquitectura religiosa e vestígios histórico-monumentais, a vila de reis e rainhas foi, noutros tempos, local de preferência para descanso ou refúgio das desavenças da Corte. D. João IV e D. Luísa Guerra, D. Pedro II e D. Maria I, D. Leonor, D. Catarina de Áustria e D. Carlos, foram alguns dos monarcas que passaram por estas terras deixando, de uma forma ou de outra, marcas que a vila ainda hoje mantém. A origem da vila de Óbidos remonta ao século I, à cidade de Eburobrittium. Romanos, visigodos e árabes foram povos que marcaram presença por estas paragens.















Pensa-se que o Castelo de Óbidos é de origem romana mas foi depois uma fortificação sob o domínio árabe. Classificado como Monumento Nacional o castelo apresenta um estilo arquitectónico militar. Foi convertido numa pousada.




Porta da Vila datada do Século XVII a Porta da Vila tem como elementos distintivos Azulejos do séc. XVIII e capela-oratório com varanda do século XVII. "A Virgem Nossa Senhora foi concebida sem pecado original" é a inscrição que se encontra sobre a porta principal da vila de Óbidos. Mandada colocar pelo Rei D. João IV, como agradecimento pela protecção da Padroeira, aquando da Restauração de 1640.
 











(Informações  e fotografias retiradas da NET)



VISTAS AÉREAS DA LAGOA DE ÓBIDOS






A Lagoa de Óbidos é  maior lagoa natural de água salgada da Europa...



Podíamos começar por gabar a diversidade avifaunística ou a riqueza piscícola desta lagoa, mas vamos parar um pouco para contemplar a vista. Afinal, esta é a maior lagoa da Península Ibérica e, na nossa opinião, a mais bonita. Fica perto da vila histórica de Óbidos e tem uma mão cheia de praias à mão de semear: Foz do Arelho, Estrela, Bom Sucesso, Rei do Cortiço e Baleal, entre outras. Em tempos a lagoa tinha como actividades lúdicas apenas a pesca e os passeios de gaivota (o barco a pedais, não a espécie), mas hoje faz-se vela, windsurf, canoagem, kiteboard e aquele desporto moderno que é um bocado fazer troça dos náufragos, o stand up paddle. 





(Vídeos e informações retirados da NET)




UMA VIAGEM VIRTUAL A MONTARGIL - ALTO ALENTEJO / PORTUGAL





Um destino possível. Para já só virtual... Montargil!




Montargil é uma vila portuguesa do concelho de Ponte de Sôr, no distrito de Portalegre, Alto Alentejo, conhecida pela sua barragem, que visa irrigar o Vale do rio Soraia. De facto a barragem de Montargil é o principal polo de atracção pois é muito utilizada para a prática de variados desportos náuticos, assim como para a pesca desportiva, estando devidamente sinalizada.


A freguesia de Montargil alberga um interessante e diversificado património cultural. A Igreja Matriz, a Igreja da Misericórdia, a Capela de Santo António, a Capela de São Sebastião, a Capela de S. Pedro e a Capela do Senhor das Almas, representam bem as pequenas igrejas e capelas rurais tardo-barrocas da região, obedecendo a um modelo simples e humilde.

Por todo o concelho de Ponte de Sor têm aparecido vestígios da presença humana que testemunham a ocupação remota da região. Merece, no entanto, especial destaque o "Núcleo Megalítico de Montargil" onde são conhecidos perto de quatro dezenas de antas que forneceram um importante espólio de pedra polida.







Uma barragem construída com a finalidade de rega dos campos do Alto Alentejo e para produção de eletricidade, é muito utilizada para banhos, pesca desportiva e provas náuticas.




Estas comportas com mais de 50 anos, de controle manual, fazem a distribuição da água do rio para o canal de rega.





A Igreja Matriz de Montargil data dos finais do século XVI, tendo sofrido obras no século XVIII em que foram construídos o altar-mor, duas capelas laterais e dois altares colaterais. Localizada na parte mais alta da povoação, o seu interior é de uma só nave em cruz latina. A janela da sacristia é protegida por uma grade de ferro forjado do século XVII. Nas traseiras da igreja funcionou uma prisão, até ao séc. XX, que posteriormente foi anexada à mesma.




O Cruzeiro de Montargil, situado na lateral da Igreja Matriz, apresenta dois degraus de pedra de forma quadrada e uma coluna com uma esfera de pedra. Foi construído em granito para comemorar o ano santo de 1950.



(Imagens e informações retiradas da NET)



sábado, 17 de março de 2018

"LUZ E SOMBRA" - UM ABSTRACTO



"Luz e Sombra" 
Quadro pintado em Fevereiro de 2018 (*)


Sempre a aprender novas técnicas, vamos seguindo o nosso percurso passo a passo, sempre apoiados nos conhecimentos e arte que nos vão sendo transmitidos.

Agora já não é só o pincel e a espátula que usamos. Agora empregamos também o rolo, ou as trinchas grandes ou pequenas que carregadas de tinta a depositam empastada ou suavemente de modo a deixar transparecer o que está por baixo.

Parece que para fazer um abstracto a dificuldade não é nenhuma, basta deixar texturas, manchas e riscos sobre a tela. Mas não é bem assim. Para além das técnicas a empregar e da necessidade de aplicar a tinta com alguma mestria, há a questão do equilíbrio das formas e das cores. Por vezes, quando se altera um determinado aspecto, vamos ter que mexer noutras partes do quadro para que não se perca a harmonia do conjunto. O que faz com que paremos quando chegamos a determinado ponto, já que arriscar continuar nos pode fazer voltar a refazer o quadro.

Por melhor ou pior, mais bonito ou menos que seja o resultado, é sempre um prazer imenso conseguir formas e luzes que nos agradam à vista. É o que sinto em relação a este quadro que acabou mesmo antes de se dar por finalizado.






quinta-feira, 1 de março de 2018

EVOLUÇÃO DE UM ABSTRACTO - "CORES DE VERÃO"




De cores vibrantes e cheio de movimento, nasceu mais um quadro sob a orientação de quem sabe e inspirado num dos trabalhos de Carol Nelson... 

"Blue Invasion" - Tríptico texturado de Carol Nelson






No ponto de partida para este trabalho, procurou-se uma aproximação ao trabalho de inspiração de Carol Nelson. Mas, a certa altura, soltámo-nos e o quadro seguiu outro rumo...



Até a posição vertical foi alterada...




Passando a ficar, então, na horizontal...



Novos elementos foram acrescentados, dando-lhe mais movimento e criando novos pontos de interesse.

É tão curioso como se verifica que ao alterar-se algum ponto do trabalho, isso se vai repercutir noutras zonas do conjunto. Curioso como, num trabalho de mancha, textura e cor, cada novo elemento acrescentado vai criar novos equilíbrios ou desequilíbrios. Basta uma cor demasiado intensa, uma forma com uma orientação diferente para que o conjunto deixe de fazer sentido; ou, pelo contrário, uma simples aplicação de cor torne tudo mais harmonioso, vivo e intenso.

É verdade... a composição de qualquer trabalho seja ele figurativo ou abstracto, tem o que se lhe diga. E, com a execução de trabalhos deste tipo, vamos aprendendo muito sobre a composição, a importância das pinceladas, das cores e da necessidade de nos soltarmos e nos atrevermos a arriscar movimentos mais livres e incisivos, mesmo que para o conseguirmos tenhamos que desfazer o que tínhamos feito antes.

Ao terminarmos um trabalho deste tipo. Temos vontade de voltar a fazer outro do mesmo género. É um desafio, criar composições que, sem forma definida, possam agradar à vista e trazer-nos a sensação de luz e de movimento... Foi o que senti quando acabámos este quadro.




Uopss... Ao guardá-lo, coloquei-o ao alto. E, depois de tudo, dou por mim a gostar dele também na vertical como inicialmente foi pintado... É o que tem um abstracto... Não há uma lógica muitas vezes bem definida. É tudo uma questão de gosto e enquadramento...